terça-feira, 18 de agosto de 2015

A vida é como um jogo de incertezas que em cima de nossos pretextos, construímos nossas verdades.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Processos obstrutivos nos grupos e instituições.

Para quem convive em grupo, seja social, institucional ou familiar, segue colaboração de Luiz Carlos Osorio acerca dos:

PROCESSOS OBSTRUTIVOS NOS GRUPOS.

Diz-se que o homem é um ser gregário, aludindo-se com isso à sua inata tendência a agrupar-se para assegurar sua identidade e sobrevivência como espécie. O homem é o único ser vivo que não se agrupa apenas para defender-se dos perigos naturais ou para multiplicar sua capacidade de prover sustento. O homem também se agrupa para instrumentalizar seu domínio e poder sobre seus iguais.
Sabemos que os seres humanos são capazes de inibir seu desenvolvimento psíquico e comprometer seriamente a realização de seus projetos de vida a partir de mecanismos autodestrutivos, que vão desde as inofensivas somatizações que afetam os indivíduos em geral até condutas francamente suicidas. Se referimos aqui nos processos obstrutivos lentos, insidiosos e crônicos que nem sempre são perceptíveis e que estão contínua e reiteradamente debilitando os organismos grupais e minando seus objetivos imanentes.
Narcisismo: através da lenda de Narciso, funda o conceito metapsicológico, a incapacidade de amar até a si próprio, visto que busca-se na imagem refletida, o estado de onipotência original, sem reconhecer o mundo e os outros, somente a sua imagem. Este fenômeno, em grupo, se evidencia por uma menor consideração pelos direitos alheios, alimentando, dessa forma, os processos obstrutivos pelo estancamento da cooperação grupal indispensável à consecução da tarefa que o grupo se propõe. Do mesmo modo, impede a admiração, porque esta implica o reconhecimento do valor alheio. Destarte as posturas narcísicas ensejam a eclosão de sentimentos invejosos.
A inveja lança suas raízes no solo que lhe é propício, o narcisismo medra, regada pela hostilidade e se espalha, qual erva daninha, no pasto da mediocridade. Sentimento paralisante, impeditivo do progresso de quem o alberga e que deixa a margem dos movimentos evolutivos de qualquer grupo do qual participe, aos quais irá sabotar, pois a emergência da criatividade grupal exacerba o mal-estar do indivíduo invejoso que, via de regra, pertence à parcela menos talentosa ou criativa dos grupos ou instituições.
Outros sentimentos ou emoções humanas comparecem e causam interferências na malha dos processos grupais, que é a arrogância e o servilismo interesseiro. Tais condutas desqualifica o mérito alheio e tem efeitos estagnantes sobre a evolução do processo grupal.

A hipocrisia é outro agente obstrutivo grupal. Hipocrisia é o reduto das atitudes que subvertem a mudança social por manter abaixo do nível crítico (hipo-crisis) a emergência dos aspectos conflitivos inerentes a qualquer agrupamento humano. Ao impedir-se, pela via cínica ou intermediação hipócrita, que venham à tona os sentimentos conflitantes, tamponam-se artificialmente as crises institucionais e abortam-se as iniciativas para promover as mudanças capazes de assegurar a continuidade dos processos grupais, e consequentemente, a manutenção da saúde institucional.

quinta-feira, 21 de março de 2013

O velho e bom escotismo

Fundado por Lord Banden Powell, em 1907, o Movimento Escoteiro é hoje o maior movimento de jovens do mundo, permeando um código de conduta, caráter e civismo na vida dos jovens que dele participam.
Neste vídeo de um minuto e meio, exemplificamos a vivência do escotismo.



Guajará Mirim

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Como resolver o Problema do Brasil: by C. Zarichta


1) Entender que o termo “Problema do Brasil” é um pleonasmo vicioso.
Motivo: porque são sinônimos;

2) Seria necessário uma re-colonização do território.
Motivo: o país foi colonizado errado, suas estruturas políticas foram falhas desde sua fundação;

3) Entender que os tópicos 1 e 2 são ironias sarcásticas, porém refere que são mudanças estruturais e radicais (radicais no sentido de “ir à raiz”);

4) Investir 80% da arrecadação em educação: isso é, escolas de primeiro mundo com plenas capacitações dos docentes. Reestruturando o “ensino-aprendizagem” de caráter operacional e recíproco.
Motivo: a educação é a maior riqueza de uma nação.

5) Intervenção na mídia de telecomunicações: tornar estatal todas emissoras de televisão ou rádio.
Motivo: o propósito da televisão é obtenção de lucro através de comerciais, portanto a alienação do povo é igual a lucro.

6) Criação de um conselho de ética e desenvolvimento formado por: 1 representante político (presidente), Educação Científica (1 representante com pós doutorado em cada área), 3 representantes das Forças armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e 1 Representante pelos direitos universais à crenças e religiões (Formado em teologia com pós doutorado não pertencente a nenhuma religião).

7) Este conselho de Ética regularia as informações veiculadas pela mídia de televisão sem a intenção de lucro, apenas com a intenção de fazer “cidadãos com capacidade de criticar e pensar”

8) Excluir todo e qualquer tipo de bônus salarial para cargos políticos administrativos –OU- Tornar obrigatório formação específica em “Ciências Políticas” com pós em “Especialização em administração de cargos públicos Legislativos, Executivos ou Judiciários. Neste caso com salário mínimo.

9) Tornar sustentável um salário mínimo. Isso é, aumentar. Tirar de onde? Dos salários políticos absurdos e das verbas desviadas.

10) Criar tantos quanto forem necessários "Reformatórios para Transtornos de Caráter". Isso é: para todo e qualquer cidadão que usufrui do "Jeitinho Brasileiro".

11) Excluir todo e qualquer tipo de política pública de redução de danos, como bolsa família e afins.
Motivo: incentiva à comodidade alienada do povo (vagabundagem).

É só fazer valer todos os tópicos e ver o resultado em 10 anos.

Simples né? Fica a dica!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cap. I - Parte I - Uma versão da vida

A noite surgia como um manto negro a atenuar o crepúsculo daquele final de tarde de domingo. Estava em um campo grande que beirava o rio com elevadas, depressões, clareiras e muitas árvores para o sul. Ao norte havia um sítio, e dali já era visível a urbanização da pacata cidadela. — Como era possível um lugar tão belo manter sua característica natural em meio a uma cidade metropolitana? — Perguntava a si mesmo. As gramíneas daquele campo irregular pendiam de um verde escuro para quase um oliva chumbo, fazendo contraste com o topázio do céu marcado pela lua cheia amarelo-alaranjada que surgia no horizonte à sua esquerda. Seus pulmões relutavam ofegante a respirar o ar frio, em uma corrida trôpega por entre os buracos no chão que se faziam hostis em armadilhas. Mantinha no seu horizonte a sua frente uma barreira de eucaliptos, a menos de quinhentos metros que mais parecia uma muralha negra para o sul. Seu nariz parecia congelar enquanto expirava uma nuvem branca de ar condensado ao efeito do ar gélido que se dissipava no ar, e seu leve suor na testa fazia sentir uma emoção como nunca sentira antes. A noite caía rápida, e logo o azul marinho tomou conta do céu quando cada vez mais a muralha crescia à sua frente. Sua euforia era grande, pois estava vivendo um momento relativamente bom da sua curta vida. Ao aproximar-se da parede de eucaliptos, diminuiu seu passo a um caminhar lento quase cambaleando, exaurido pelo cansaço daquela corrida, onde ali, abaixo das imensas árvores, se sentia seguro novamente para fazer sua tão esperada experiência. Tudo estava quieto. Não havia ruídos de insetos, nem canto de pássaros. A noite abrangia igual como nas noites frias de inverno, porém aquela noite, conforme as coisas deviam acontecer em seu devido tempo, não seria uma noite comum, mas sim uma noite especial. Ele mal imaginara que aquela noite mudaria sua vida para sempre. Mantivera em suas mãos por todo o trajeto corrido uma pasta preta com os equipamentos necessários para sua experiência: uma máquina fotográfica Kodak, um filme fotográfico, seu caderninho e um lápis com uma borracha desgastada e roída na ponta. Dirigiu-se até a base de um dos eucaliptos, revirou alguns galhos e folhas secas no chão e localizou o tripé da câmera escondido anteriormente. Assustou-se com uma aranha de tamanho médio que ficara presa a uma teia ao tripé. Tentou matá-la, mas ela escondeu-se nas folhas no chão e fugiu. Agora nada mais iria impedi-lo de realizar sua façanha, e certamente iria causar inveja nos coleguinhas com seu trabalho de geografia na escola. Isso lhe causara certo orgulho. Mesmo que seu irmão descobrisse que pegara sem pedir o equipamento, já seria tarde. O que importava é que sua experiência já tivesse pronta e causando inveja. E receber os elogios dos professores e os olhares curiosos dos colegas era reconfortante. Havia uma imensa vontade de estudar os astros, e decidira fazer naquela noite uma foto, deixando a ocular da câmera aberta por uma hora, tempo suficiente para desenhar a trajetória do movimento da lua na foto. Não havia nem vento e tudo estava perfeito. Aquela era a noite certa para isso, e sua alma encharcava-se de felicidade por realizar o que tanto queria.
(continua)

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Violência na Internet

Existem várias formas de violar  os direitos das pessoas, sendo uma delas muito comum através da internet, onde pessoas explicitam fotos de conteúdo violento ou repugnante achando que estão salvando o mundo com a seguinte frase:
"Se você é contra, compartilhe!!"
São crianças com hematomas, cães dilacerados, enfim, fotos que embrulham o estômago de qualquer pessoa normal que tenha um mínimo de sensibilidade.
Imagine agora você abrindo o facebook e ver um link com milhares de compartilhamentos que mostra uma foto de uma criança sendo sadicamente abusada por um psicopata, e logo abaixo da foto, uma frase dizendo: "Isso tem que acabar! Compartilhe se você é contra!"
Compartilhar? Onde está o escrúpulo dessas pessoas de quererem divulgar o que justamente dizem que tem que acabar? Como se agredir os outros fosse mudar alguma coisa.
Saibam que pessoas que são capazes de cometer este tipo de maldade não sentem culpa pelo que fazem, são pessoas com uma diferença na amídala cerebral responsável pelas emoções. E consequentemente pelo sentimento de culpa. Em geral, são pessoas doentes na área afetiva de sua psiquê. No entanto, mostrar uma foto de um cão dilacerado, não vai sensibilizar as pessoas que cometem tais crimes, e sim àquelas pessoas normais que acessam as redes sociais, que por direito, deveriam ser privadas deste tipo de conteúdo violento.
Às vezes penso que isso se deve à orkutização do facebook, onde as pessoas buscam implacavelmente a "exaltação do eu", buscando ser muito conhecido nas redes sociais através de estratégias de divulgarem links polêmicos, achando que com milhares de compartilhamentos, ficará mais famosa ou mais conhecida.
Ei, você que se encaixa nisso, você está fazendo isso errado. Pense melhor!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Cifra: Estou Aqui - Jota Quest

Estou Aqui – Jota Quest
Transcrito por: Cristiano Zarichta (@Cris_Zarichta)

Intro: A4 D9 A4 D9

A4       D9            A4
Eu quero mais do que você

   D9           A4
Imagina que vou ter

         D9         Bm11     D9
Dos meus sonhos não vou desistir

   A4            D9       A4
Eu sou pontos de interrogação

       D9           A4
Sem respostas na canção

     D9
Só entenda

    D9/F#   A4/E
Que nunca serei

      D9         A4   D9
O que querem pra mim

    A4         D9          A4
Não sou mais menino pra chorar

       D9           A4
Sou um homem vou buscar

      D9
Meu destino

  Bm11      D9
E vou mais além

  A4
Será,

    D9           A4
Que mundo vai me dar

    D9          A4
Uma chance de lutar

        D9
Ninguém sabe que

 F#5  E5 D5
Estou aqui

    A4       D9             A4
Mas sei tudo que eu quero viver

         D9           A4
Dos meus sonhos vou fazer

     D9       Bm11     D9
Um caminho traçado por mim

    A4         D9          A4
Por que todos querem controlar

         D9              A4
Qualquer coisa que eu pensar

       D9       D9/F# A4/E D9
Se pra eles não estou aqui

  A4        D9       A4
Você vai um dia perceber

           D9           A4
Que eu só quero te entender

        D9     Bm11       D9
E o meu nome você vai guardar

  A4        D9         A4
E eu quero ainda te provar

        D9            A4
Que é você quem vai ficar

       D9
Ao meu lado

   D9/F#    A4/E       D9
Se tudo estiver contra mim

      E           F#m    D9
Todos tentam me dizer

       E          F#m
Que eu preciso crescer

       D9                 E
Mas se ainda não tenho certeza

             F#m
Do que quero ser

      D9
Tenho toda certeza

   E                 D9/F# A4/E D9
Daquilo que não vou fazer

     A4         D9          A4
Mas sei tudo que eu quero viver

         D9           A4
Dos meus sonhos vou fazer

     D9    Bm11        D9
Um caminho traçado por mim

    A4        D9           A4
Por que todos querem controlar

         D9              A4
Qualquer coisa que eu pensar

       D9      D9/F# A4/E D9
Se pra eles não estou aqui

         A4
Sou mais eu

D9/F# A4/E D9
Estou aqui,

D9/F# A4/E D9
Estou aqui,

D9/F# A4/E D9
Estou aqui...

quinta-feira, 17 de março de 2011

O que a mente deseja sempre é um problema? Ou o problema é no que o corpo deseja?

A mente está intrinsecamente ligada com o corpo. Segundo Siddharta Gautama, todo o sofrimento tem origem no desejo. O desejo (seja qual for) requer uma saciação. Essa saciação é química (fluxo de neurotransmissores no cérebro), tendo sua origem nos nossos instintos mais primitivos (ID) ou seja nas nossas regras morais de caráter (superego). No entanto, posso entender que qualquer tipo de desejo, seja aqueles para saciar o ID (corpo) ou o superego (mente) podem se tornar um problema quando não saciados conforme a expectativa e/ou necessidade, assim como pode se tornar fonte de prazer e realização quando saciados devidamente.
Cristiano Zarichta.

Ask me anything

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Soneto WOP


Palavras pixelizadas que viajam pela distância
Que carregam teores, sentimentos e intenções
De encontro ao universo da coincidência
No ser da imensidão dos nossos corações

O tempo para, o céu brilha, o sol se põe
As ondas quebram, brisa o vento em teus lábios
Cujo anseio por tocar como meus versos propõe
A transcender o amor, como dizem os sábios.

Hoje não tenho como a encontrar-te
Em minhas ilusões, busco compreender
O motivo da saudade a conter-me

A guardar o fogo e o ágape para quando
Contigo finalmente estiver a viver
O sonho que aqui ouso a estar te amando.

Por Cristiano Zarichta
07/02/2011

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O mundo está emburrecendo, dizem cientistas


Sim, a população mundial está ficando menos inteligente. Quem diz é uma dupla de pesquisadores do Reino Unido. Os pesquisadores apontam que o fenômeno responsável por essa queda, chamado de fertilidade disgênica, tem a ver com uma tendência observada já no começo do século passado: casais muito inteligentes têm cada vez menos filhos do que os casais de inteligência média ou baixa. (Em 1994, um pesquisador norte-americano constatou que mulheres com um QI médio de 111 tinham 1,6 filhos, enquanto as com QI médio de 81 tinham 2,6 filhos). E como a inteligência pode ser, até certo ponto, hereditária (embora esse papo seja bastante polêmico), o QI mundial estaria caindo progressivamente.
É o que os dados mostram: o estudo estima que, entre 1950 e 2000, a média de QI do mundo caiu 0,86 pontos. Mas, os caras explicam, nesse período o declínio foi compensado por um fenômeno chamado de Efeito Flynn – um aumento geral (e natural) na inteligência nas pessoas. “No entanto, estudos recentes em quatro países desenvolvidos mostraram que isso já acabou ou”, pior, “está funcionando ao contrário”, dizem os pesquisadores. Por isso, a projeção é que, até 2050, o emburrecimento some mais 1,28 pontos negativos. A previsão soa meio apocalípica mesmo: “parece provável que esse efeito se expanda para os países em desenvolvimento e que todo o mundo adentre um período de declínio na inteligência”.
Fonte: Revista Super Interessante

Pessoas burras e o vírus social

Este vídeo, foi feito para meu vlog em http://www.youtube.com/vlogcris antes da publicação da matéria na Revista Super. Faço esse post em resposta a todas as críticas (algumas aparentemente bem fundamentadas) que recebi nos comentários do vídeo no YouTube.

Cristiano Zarichta

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Arquivos .MOD, filmadora JVC e editores de vídeo

Após alguns meses procurando soluções para meus problemas de editoração de vídeos, finalmente achei uma solução, e gostaria de compartilha-la.

Em agosto adquiri uma filmadora JVC EverioS GZ-MS120, não grava em HD720, mas é excelente nas filmagens em resolução 720x480 (480p). Porém me deparei com um grande problema: o formato de arquivo que a JVC usa para gerar arquivos de vídeo é .MOD.

O problema todo iniciou quando eu tentei editar o vídeo utilizando o Vegas Pro 8.0 da Sony, e não havia jeito do editor reconhecer tal arquivo. Tentei o VideoPad Video Editor, funcionou, mas perdeu muito na qualidade. Passei semanas tentando converter o arquivo .MOD para diversos formatos, alterando quase todas configurações de saída, codecs, formas de compressão, etc. Nada funcionou. Tentei com outros editores, e a mesma coisa. Por alguns meses me contentei com edições no limitado VideoPad.

Após adquirir o Adobe Master Collection CS5, fiquei com muita vontade de usar o consagrado editor de vídeo Adobe Premiere Pro CS5 em conjunto com o Adobe After Effects CS5. Logo em buscas incessantes na internet descobri que renomeando a extensão dos arquivos .MOD para .M2V, o Premiere da Abode faz a importação sem perder qualidade na renderização.

Eis que agora minha nova etapa está em aprender a utilizar o Adobe Premiere Pro CS5, mas o canal de André Rossiter http://www.youtube.com/user/tedboy1977 está me ajudando muito. Recomendo!

Em novos posts, falarei sobre algumas coisas breves e básicas que todo o YouTuber deve saber sobre editoração de vídeos para facilitar sua vida.

Abraço a todos.
Cristiano Zarichta

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Mudanças e reavaliações

"Não existe cura autêntica sem que haja uma mudança de perspectiva"
Dr. Edward Bach

CONSCIÊNCIAS EM OUTRAS DIMENSÕES. Reavalie e relacione:

- Livre arbítrio é a liberdade de mudarmos nosso destino.
- Desde quando nascemos, até hoje, só aconteceram mudanças em nós.
- Afinal, qual o sentido da nossa vida? r.: depende da fase que nos perguntamos.
- Auto-realização é encontrar a realização nas forças em si próprio.
- Nossa história de vida prova que o conhecimento e atos de sucesso nos tornam auto-realizados.
- Para obtermos sucesso no conhecimento, passamos por testes e provas para passarmos de ano.
- Nossa vida nada mais é do que um sistema com leis e regras cujas transgressões causam dor e sofrimento, e tendem a serem eliminadas pelo sistema.
- O pior dos vírus que transgride a vida age eliminando as defesas de nosso corpo.
- Nossa vida é composta por fazes e testes de resistência e tolerância.
- Somos tão pequenos quanto linfócitos, em uma imensidão na qual cremos que sabemos de tudo.
- Criamos fortalezas para defender aquilo que cremos que nos protege na nossa crença.
- A admissão da reavaliação é a base de todo o melhoramento de um software.
- A admissão e a reavaliação é a mais difícil tarefa de um linfócito infectado.
- Nos piores momentos de dor e desespero, qualquer pessoa ao menos lembra de pelo menos uma única palavra: mãe.
- O amor está na natureza humana, em sua raiz, em seu primeiro colo, de conforto e segurança.
- Para quem procura um recomeço buscando auto realização deve ter conhecimento de onde partir:
- Do início.
- Sem fortalezas de defesas,
- Estando admitido para re-aprender.
- Humilde, sem os velhos conceitos que impedem a mudança.
- Mente aberta, aceitando a derrota.
- Derrota para si, para seus erros e desvios.
- Derrota para a nova versão atualizada e mais moderna, afinal:
- Teu corpo já tem mais história de vida, mais avançado, já pode rodar um programa mais pesado com melhor desempenho.
- Desperdício é não fartar-se do propósito essencial da vida.
- A frase mais amarga que um homem pode pronunciar a si mesmo é:
- "Desperdicei minha vida".
- Que tal re-avaliarmos então nossa forma de ver a vida?
- Fazer isso é oportunizar-se a se auto-realizar de outra forma: é reinventar-se.
- Re-invente-se!
- Mas apenas se quiser, pois és escravo de teu árbitro, mesmo que o julgas livre.
- Livre arbítrio.

C. V. Zarichta.
Observe cada ponto e cada vírgula. Releiam quantas vezes quiser. Isso me fez crescer muito, embora eu continue sendo um grão no deserto.

sábado, 11 de setembro de 2010

O Passar dos Ventos

Meu nível de tolerância anda caindo muito ultimamente.
E a cada dia que passa modifico mais meu posicionamento.
Já fui gentil demais a ponto de guardar minha doçura toda para os outros.
Mas daí quando amargurado, poucos ofereceram a sua.
Ninguém oferece, é igual a dinheiro. E eu não dou dinheiro a ninguém.
Hoje sou um homem, sem tanta doçura como quando criança.
Guardo julgamentos, tristezas , escravidão e humilhações.
Mas ainda há uma única coisa boa que guardo:
São as lembranças dos momentos doces.
E um pouco da doçura que recebi de poucos.
Se me julgarem amargurado ou egoísta
Ou se perceberem frieza em meus sentimentos através de minhas atitudes,
Não é porque eu quis mudar e ser assim.
A vida apenas me fez amadurecer.
E o doce que surge agora da minha maturidade
Estou guardando somente para mim.
Na esperança de ainda poder compartilhar
Ainda com aquela estrela que a nuvem apagou
Embora hoje, minha esperança esteja guardada
Em uma caixa de sapato empoeirada, em baixo de minha cama.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Valores Essenciais

Cada ser humano atribui valores diferentes a diversas coisas que lhes julgam ser importantes a merecerem tal valor. Pessoas queridas, exercícios, trabalho, família, cultura, espiritualidade, inclusive entretenimento e diversão. Porém, por natureza lógica do ser humano, devido a sua racionalidade, cria-se uma hierarquia padrão básica de valores mais importantes, que eu chamo de valores essenciais, e após estes os mais supérfluos. O vídeo a seguir ataca condutas que rebaixam valores essenciais sendo sobrepostos por valores avariados pelo fanatismo. A linguagem é coloquial característica de vlog. O senso de humor deve constar acima de tudo relativo a qualquer instância em que sinta-se ofendido. Espero que gostem e sintam-se livres para comentar, elogiar ou xingar!


Cristiano Zarichta

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O (re)início

Observando as coisas à minha volta, momentos, acontecimentos e até mesmo sentimentos, chego à conclusão que tudo é feito de fases, cujo há início, meio e fim. Este ciclo  regra nossa existência, em todas dimensões.
Estamos em agosto, mais da metade do ano de 2010 já se passou. Quando olhamos para trás, vemos que muitas coisas não fazemos mais, ou não pensamos mais de forma igual, logo é uma fase na qual não pertencemos mais. Às vezes a vida assusta, pois a Teoria do Caos é rasteira, rápida, imperceptível, dura e fria. Quando nos damos conta, estamos vivendo coisas que não queríamos diretamente estar vivendo. Quando vemos, apenas estamos ali, naquela situação. E dela, já surgem outras que muitas vezes nem temos opções nem tempo de refletir, apenas somos levados pelas novas tendências e mudanças sociais que ocorrem em nossas vidas.
No entanto, se a vida está sempre se transformando, sempre mudando, é óbvio que todos tendem a fazer de sua vida aquilo que cada um quer lutando contra o desencadear descontrolado da Teoria do caos, mesmo às vezes não se dando conta de que isso pode implicar direta ou indiretamente na vida do próximo. Isto cria uma guerra não declarada de egos, a lei da sobrevivência, origem de todas discórdias sociais, desde um conflito de interesses até uma guerra internacional.

A vida está em constante transformação, e somente viverão mais aqueles que resistirem e melhor se adaptarem a ela.


Cristiano Zarichta

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O Sentido Da vida



Quem nunca se perguntou qual o sentido da vida?

Esta ainda é uma questão que cada pessoa determina do seu modo, de acordo com sua percepção do mundo. Penso que quando não ampliamos horizontes, compactamos nossas vidas em acontecimentos repetidos e semelhantes nas quais vamos sobrepondo e tornando a vida tediosa e sem tempero.
Criamos vícios mentais, sistemas de defesa para proteger avarias de nosso ego e o pior de tudo: não admitimos. Porém quando idéias inatas no consciente coletivo salientam-se, acionando novos anseios e necessidades de evoluir, tomamos parte do desencadear dos acontecimentos de forma incompreensível, construindo nossa rede social de relacionamentos que é o fator externo eferente dos nossos processos mentais de compreender a vida."

O que levamos da vida?
Há muitas crenças que tentam de forma dogmática explicar as idéias inatas que temos relativo à vida e seu significado. No entanto, o que levamos da vida ainda é uma incógnita, pois não há estudos que comprovam, nem mesmo relato de pessoas que tenham passado pelo óbito. Como dizia "Raul Seixas" que a Morte talvez seja o segredo dessa vida.
No entanto há uma única coisa que podemos ter certeza. Temos certeza não do que levamos da vida, mas sim do que deixamos nela. Nossa passagem pelo mundo implica diretamente na vida de outras pessoas, no que deixamos para nossas famílias ou mesmo para o mundo. A vida consiste apenas em nossa existência, e o fato de existir é tão esplêndido que geralmente não nos damos conta de tal grandiosidade, optando por substituir os valores essenciais de nossa existência e influência na vida de outras pessoas por sentimentos mesquinhos, egocentrismo, auto-proeminência e ignorância.
Na minha percepção da vida, apenas conseguimos manter os valores essenciais de nossa alma, que é baseado nos sentimentos mais puros de realização (onde encontramos amor, solidariedade, prazeres e recompensas), quando partimos de um princípio muito simples: a humildade de reconhecer nossa ignorância, tendendo a sempre buscar através do conhecimento, observação e introspecção, esses valores que preenchem nossa alma, pois dividimos um mundo constantemente, onde em uma simples atitude nossa, ou uma palavra ou mesmo gesto, pode afetar direta ou indiretamente a vida de uma outra pessoa. Talvez quantas vidas você não salvou através de um conselho seu que foi repassado para inúmeras pessoas, como uma corrente, sem mesmo você saber? Ou então, quantos malefícios você pode ter causado a alguém através de um ato falho, de um erro, ou mesmo de um momento de ira e descontrole? Certamente se tentássemos todos, como um consciente coletivo, tentar sempre fazer o bem alheio, o mundo seria bem melhor de se viver.
Eu faço parte daquelas pessoas que tende a cuidar todas as atitudes cujo emanamos para o mundo, buscando humildade para reconhecer os erros e as deficiências, aceitando e admitindo-as, e usando o potencial de inteligência e manipulação do meio para tornar nossas vidas mais harmoniosas tendo por base os princípios da ética, que até hoje foi a única coisa que ao meu ver, se mostrou bom, que é onde está incluso o amor, o respeito, o perdão, a humildade e a solidariedade.



Viva o hoje como se fosse o dia mais importante de sua vida!



Não perca oportunidades de fazer alguém feliz, pois quem sabe a sua felicidade depende da harmonia coletiva?

Nesta foto à direita, segue as lições de vida que observo, admito e avalio como funcional no ciclo perfeito de oportunidades que a vida oferece, refletindo, recriando e se readaptando nas nossas relações sociais.

 Feliz dia do amigo a todos aqueles que sabem que guardo um carinho especial!
Aos meus amigos-irmãos Henrique Reis, Marcel Viegas, com agradecimento especial aos novos amigos  da foto, que peço que deixem seus comentários neste post!


Just for today...



Cristiano Zarichta

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Como começar....

Despertador, cama, abajur, chinelos, tapete, roupas, vazo, pia, escova de dente, creme dental, torneira, água, toalha, espelho, gel e pente. Lençóis, roupas, computador, janela, frio. Mais roupas, sapato, perfume e pasta. Documentos. Armário, achocolatado, gaveta, colher, copo, microondas; torneira. Chave do carro, guarda-chuvas, chave, portão e carro. Sinaleiras. Freio de mão.Calçada, parada de ônibus, relógio, carros, mulher fumando, carros, criança chorando. Ônibus, cobrador, roleta, pessoas e pessoas. Ônibus estragado, pessoas e parada de ônibus. Relógio, carros, pessoas, relógio, ônibus. Pessoas, banco vazio, janela. Fim da linha, pessoas, ônibus, taxis, policiais, carros, pessoas prédios, mendigos, pessoas e prédios. Mendigos, prédios, mais prédios, viaduto, calçada, carros, ponte de pedra. Escadaria, recepcionista, elevador, e recepcionista:
- Você é o...
- Cristiano!
- Hah, aqui está! Por favor, entre, sente-se!
Papéis, pasta, beijo, abraço, recados, elevador, porta. Calçada, carros, pessoas e prédios. Calçada, rio, grama verde, pedras, vento, pessoas malhando, rio, ondas, pedras e grama. Chão batido. Pessoas, bancas de alimentação, grama, rio, pássaros, árvores, frio e vento. Monumento histórico CEEE, doca, plataformas flutuantes, pescadores, comerciantes, crianças, velha com cachorro, pombas, casal caminhando, banco. Pasta, caneta e papel.
Cristiano Zarichta

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Não adianta ter idéias e não pô-las em prática!

Hoje usei o oportunismo para enfim fazer algo de utilidade diferenciada.
Tenho pensado muito em criar algo novo, ou apenas algo que me ajude a colocar em prática meu objetivo. Mas que objetivo é esse?
Confesso que tenho uma certa obsessão por definição, mas por incrível que pareça, não consigo definir exatamente meu objetivo de forma direta. Porém tento explicar abaixo:

"Anseio que todos possam ter ao menos a oportunidade de vislumbrar a vida de uma outra forma a qual estão acostumados a fazer. Isso remete à reflexão do sentido da vida e a uma jornada de busca constante pelo perfeito ideal, imergindo em nós mesmos observando a vida a nossa volta."

Fazer este exercício torna-me: crítico, autêntico e filósofo.

O motivo do oportunismo então foi a soma de vários fatos isolados.
Havia meses eu não necessitava acordar tão cedo: às seis horas da manhã. Logo, hoje foi um dia diferente. De quebra de rotina, após minha terapia, cedo no centro da capital, já observando em qual parada eu devia pegar o ônibus. Feliz por ali estar, vendo o movimento da cidade funcionar, algo me chamava a atenção. Hoje o dia poderia vir a ser diferente dos outros. E o mais engraçado é que isso dependia somente de mim. Foi quando, deixando-me levar por impulsos sublimes, comecei a caminhar e lembrar de certos fatos que delimitavam minha vida naquele determinado momento: ora bolas, eu estava desempregado. Também já havia sido aprovado em todas as cadeiras do semestre na faculdade. Estava de férias. Uma quinta-feira, meados de julho, quase inverno, em plena capital cujo sou apaixonado, sem nada para fazer. Por que ir para casa? Por que não ficar por aqui, encontrar uma inspiração para começar a por em prática o que há meses penso, de forma que possa ser visto e prestigiado por quem interessar?
Inspiração.
Este é meu combustível para pensar. Sou movido a inspiração. Então que tal aditivar meu combustível em um lugar propício para relaxamento, reflexão e paz?

Eis que, de forma simples, saciamos nossos desejos de paz e equilíbrio pessoal. Porém para que isso ocorra, precisamos nos permitir. Precisamos entender que, para a nossa vida ser dinâmica, precisamos oportunizar momentos que possam ocorrer tais mudanças.

Em princípio, penso que foi uma boa introdução nos meus trabalhos, onde busco sempre colocar à prova prática e exemplificada.

No entanto, serve abaixo para a reflexão da semana:

"Já percebestes que, enquanto somos crianças, somos apaixonados pela vida? As crianças tem uma necessidade intensa de viver, pois para elas tudo o que acontece ao seu redor é novidade. Até mesmo olhar pela janela, ver os raios de sol de uma bela manhã já a fascina. Isso ocorre pelo fato do nosso cérebro gravar situações novas, enquanto sobrepõe as semelhantes. Na medida que vamos acostumando com as coisas, elas acabam por se tornar demais repetidas, e começamos ter uma noção de que já conhecemos a vida, pois não gravamos nada novo. Na fase adulta não nos surpreendemos mais com paisagens corriqueiras, por mais belas que sejam. Aprendemos a determinar as coisas de acordo com padrões estigmatizados, que nos afastam de nosso senso próprio. Este sedentarismo de sobrepor situações semelhantes acaba nos dando a nítida sensação de que os anos passam cada vez mais rápidos na medida que envelhecemos, pois não nos surpreendemos mais com coisas novas. Abreviamos nossas vidas, pois acostumamos a fazer tudo de forma igual ou semelhante, pois agindo dessa forma temos confiança naquilo que conhecemos e medo do novo desconhecido." (inspirado em: O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, 1991)

Desta introdução, faço-a como marco o início de minha vida pública na forma de textos, fotos, vídeos ou contos, onde passo a dividir experiências pessoais e pensamentos curiosos e construtivos para leitores internautas interessados!

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Cristiano Zarichta